AVALIAÇÃO DA VARIABILIDADE DO RECURSO SOLAR EM TERRITÓRIO BRASILEIRO

Autores

  • Vinicius Roggério da Rocha Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), Centro de Ciência do Sistema Terrestre (CCST)
  • André Rodrigues Gonçalves Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), Centro de Ciência do Sistema Terrestre (CCST)
  • Rodrigo Santos Costa Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), Centro de Ciência do Sistema Terrestre (CCST)
  • Enio Bueno Pereira Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), Centro de Ciência do Sistema Terrestre (CCST)
  • Fernando Ramos Martins Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), Campus Baixada Santista
  • Cleber Onofre Inácio Petróleo Brasileiro S.A. (PETROBRAS), Centro de Pesquisas e Desenvolvimento (CENPES)
  • Luiz Fernando Almeida Fontenele Petróleo Brasileiro S.A. (PETROBRAS), Centro de Pesquisas e Desenvolvimento (CENPES)
  • Paulo Henrique Fernandes Ferreira Petróleo Brasileiro S.A. (PETROBRAS), Centro de Pesquisas e Desenvolvimento (CENPES)

Resumo

O estudo da variabilidade do recurso solar é indispensável para estimar e minimizar seus efeitos indesejáveis, como flutuações de tensão, variações de frequência e problemas relacionados à qualidade de energia e à estabilidade da rede. Para isso, foram escolhidos dois índices de variabilidade na literatura, um deles adaptado para uso com dados de irradiância. Esses foram aplicados em dados de irradiância de três estações de regiões com diferentes climas e latitudes, amostrados com frequência de 5 minutos entre 2012 e 2018. Foi observado o padrão de ponta de flecha nos gráficos dos índices de claridade em função de cada índice de variabilidade, com alta concordância entre si, e os pontos foram classificados em quatro grupos (céu claro, nebuloso, nuvens esparsas e alta variabilidade) usando duas técnicas de agrupamento. Visando complementar a descrição de variabilidade, também foram feitos histogramas da distribuição da quantidade de rampas pelo respectivo tamanho. Desse modo, foi utilizada a função de sobrevivência para caracterizar essa distribuição e quantificar a possibilidade da ocorrência de valores de rampa maiores que um valor crítico. Através dessas três métricas (índice de claridade, índice de variabilidade e função de sobrevivência), pode-se caracterizar a variabilidade de recurso solar em uma região.

 

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Publicado

2022-07-29 — Atualizado em 2022-08-24

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